Pequena Pinup

Não tem culpado nessa história

 

Não tem culpado nessa história, tem só a incompatibilidade… da hora, do preparo emocional, do psicológico… Tantos possíveis motivos, então paremos de apontar o dedo e dizer: “babaca, tu não me quis, perdeu”

Sabe o que eu acho? Acho que se teve conexão mas não teve reciprocidade, não era hora. E vai cortando a ideia de um futuro com essa possibilidade, estamos no presente. Nada de esperar ou ficar na expectativa das coisas mudarem.

O agora é o momento do sim ou não, e se for um não? Ótimo, nãos são maravilhosos também! Nos ensinam a ter jogo de cintura e saber lidar com as frustrações. Sim, admito que dá uma raivinha, aquela sensação de vingança. Mas já ando meio de saco cheio com essa necessidade de provar que a pessoa não valorizou, já não tenho tempo e nem paciência para ficar energizando esse tipo de pensamento.

Não quis? Beleza! Não tratou bem? Ok, já não é mais incentivo para uma conquista. A indiferença ou a distância não devem ser estímulos para ficar correndo atras. Às vezes queremos forçar uma maturidade emocional sobre a pessoa e esperar uma postura. E mais uma vez, a vida te ensina que forçar não dá certo, forçar nunca deu certo! Você já até sabe mas tem vezes que esquece, né?

O mais lindo de tudo é que a vida volta a ser leve, acredito que esse seja o objetivo de dar a cara a tapa… Poder ter a serenidade de andar pra frente sabendo que você é sincero e corajoso pra caramba. Né? Afinal, não são todos que admitem suas vulnerabilidades e estão dispostos a viver rejeições.

Apesar da palavra rejeição carregar um sentido tão pejorativo, já fiz amizade com ela. Às vezes nós brigamos, e nos desentendemos, mas daqui a pouco já estamos de pé e sabendo conviver numa boa. A rejeição nunca me decepcionou, sabia? Ela sempre provou ter um sim melhor. Apesar de ser clichêzão isso… mas sim, tudo passa, e sim, tem sempre um sim bonitinho te esperando ali na frente.

Então com essas voltas que o mundo dá, você percebe que a indiferença é indiferença, simplesmente. E sendo assim, a vida continua, a fila anda e o baile… bem, vocês já sabem.

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