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Nem todos amores duram

  • Categorias: Textos
  • 9 jan

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    Nem todos os amores são para durar. Essa foi uma das grandes descobertas dos últimos anos, para mim. É um pouco frustrante, mas é totalmente verdade. O mais rápido você aceitar que nem todos que entram na sua vida, entram para ficar pra sempre, será melhor! É super difícil, mas criar as pazes com o desdobramento natural da vida é tão essencial para que a gente seja feliz, especialmente solteiro.

    Um ditado que adorei foi o seguinte:“People come into your life for a reason, a season, or a lifetime“. Traduzido é mais ou menos assim: “Pessoas entram na sua vida por um motivo, uma estação, ou pra vida inteira”. É dolorido às vezes, especialmente se você realmente curtiu ficar com alguém, se acreditou que aquilo tinha chances de tornar-se em algo a mais, e quando não acontece… Frustração.

    Por isso que quando um relacionamento acaba, colocamos culpa em alguém, e até em nós mesmos… Pensamos que a dor pós término deve ser evitada ou que de alguma forma ela não deve existir. Ou que algo deu errado, falhamos de alguma forma… Notícia chocante: Nem tudo é feito para durar, tem vezes que as pessoas são colocadas em nossa vida só de passagem, para nos ensinar alguma coisa ou para abrir nossos olhos para algo maior. Paremos de culpar o destino ou falhas humanas, pois tudo isso é inevitável, o término às vezes é para o melhor, por que lutar de frente com o que é melhor para todos?

    Normalmente os nãos da vida e os adeuses na verdade são só uma visão limitada de uma porta se abrindo, ou uma nova oportunidade de crescimento, que não enxergamos por causa da ideia de que tudo deve durar.

    Esses dias fui viajar, sentei do lado de um moço, e sem nenhuma intenção comecei a conversar sobre a vida e acabou virando em um desabafo bem agradável… Resumindo, não trocamos e-mails ou números, mas tivemos um momento legal. E, hoje, eu repito a mesma coisa que falei pra ele quando estava saindo do ônibus: Bom restante de viagem!

    Retrospectiva 2014

  • Categorias: Pessoal, Textos
  • 30 dez

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    Antes de começar a refletir sobre meu ano e como foi, o que marcou e o que deixou a desejar, reli minha retrospectiva do ano de 2013 (aqui)… Minhas conclusões não poderiam ser outras a não ser que esse ano foi um ano bom. Não foi o melhor e nem de perto o pior, mas foi bom. Eu lembro que ano passado a única coisa que eu queria era ser feliz, largar mão de antigas mágoas e conseguir me libertar de muita coisa. Eu consegui. 2014 foi o ano que retomei as rédeas da minha vida (hahaha) e me reconstruí, como humana, mulher e pessoa. O tempo voou, e só vendo as fotos que registrei foi que eu percebi o quanto aconteceu de fato.

    Que sensação boa que termino esse ano, sem mágoas, sem ressentimentos e sem arrependimentos. Pude sentir muitas sensações que antes não me eram reais, comecei a acreditar em novas coisas, e dúvidas também surgiram. Mas o principal: Vivi no momento. Senti o presente, e, foi ótimo. Além de trabalhar muito no blog e conseguir postar 1 vídeo por semana!

    2014 foi um ano preparatório pra muita coisa. E posso dizer com todo meu coração que estou preparadíssima para 2015, com muita convicção de que farei dele um ano inesquecível. Afinal, essa foi uma das minhas maiores lições: você faz sua própria felicidade.

    Leia minhas resoluções para 2015 (aqui)

    Depois de você

  • Categorias: Relacionamentos, Textos
  • 2 dez

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    (foto: reprodução)
     

    Música sugerida para a leitura: In your atmosphere – John Mayer

    Oi, hoje eu vim aqui para te agradecer. Por causa de 1 dia bobo você mudou o rumo das coisas. Foi tão de repente e inesperado que eu quase não acreditei que fosse verdade. Minha mente limitada pelos passados relacionamentos fizeram com que eu desacreditasse em homens como você, pensasse que fossem criaturas fictícias criadas para nos decepcionar quando virássemos adultos.

    E, agora que passou, o que me resta é o gosto da saudade. Não chega a ser amargo ou doce, mas um equilíbrio perfeito. Uma sensação boa é lembrar como em poucos dias eu virei outra, e isso, por causa de você. Ok, não vou-lhe dar todos os créditos, tive muito pelo que pensar, refletir e melhorar, depois de você, e ainda tenho. Mas depois da experiência que passamos juntos foi que as coisas mudaram.

    Cara, é exagero falar que eu aprendi a viver depois de ter te conhecido? Falo essas palavras com um nó na gargante. Um pequeno medo surge dentro de mim, medo que você leia essas palavras e me veja como mais uma garota que se apaixonou rápido demais, ou um caso de total ilusão. Não que esses não tenham sido por parte verdade, mas o pouco que vivemos já bastou para me chocar com uma nova realidade. Aprendi o valor dos pequenos e corriqueiros romances, que surgem em uma noite e já desaparecem na próxima manhã.

    Pode soar um completo exagero isso que irei falar, mas, para mim, depois de você eu aprendi a viver. Depois de você, descobri quem eu sou e aprimorei meus gostos. Depois de você a vida ficou mais leve, essa coisa de levar um dia de cada vez é um remédio e tanto para as minhas ansiedades. Depois de você eu vi que não vale a pena sair por aí me rendendo a qualquer um por carências ou saudades de ter alguém, mas vale muito esperar encontrar um alguém que chacoalhe meu mundo, que mude tudo, que mude meu jeito de pensar (por um lado bom) e faça com que eu me arrisque. Depois de você, ser eu, nunca foi tão fácil. Depois de você, aprendi a viver de forma simples e por isso, obrigada.

    Hoje eu só quero agradecer

  • Categorias: Pessoal, Textos
  • 20 nov

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    Música sugerida: The Weepies – Nobody knows me at all

    Eu tenho a sensação estranha, às vezes, de que eu posso tudo. Loucura, né? Acredito que muitos chamem isso de confiança, pois é, isso me pega de surpresa de vez em quando e me ergue nas nuvens. Sabe aquelas horas que parece que tudo está dando certo, as coisas estão se encaminhando e tudo vai ficar bem, no final das contas.

    É um sentimento estranho, como se eu estivesse voando, e por segundos eu juro que tudo que não dá certo por algum motivo não interfere na minha felicidade. Do nada algo chamado tranquilidade chega e eu faço pazes com os “nãos” da vida. Como se eu me sentisse extremamente agradecida por aquilo que não deu certo e não está dando, mas que lá pra frente vou entender e vai valer muito mais a pena.

    Queria manter isso sempre, assim quando tenho que lidar com negações da vida eu ficaria relax, sabendo que tá tudo certo, e a vida não só continua mas melhora. Ah, como é bom estar nas nuvens. Voar um pouco faz bem, e sentir esse vento na cara. É como se a vida me dissesse que ela está no controle, ou algo maior, que não preciso me preocupar, tudo vai ficar bem.

    Deitar a cabeça no travesseiro e poder relaxar, tudo está bem. Hoje só tenho pelo que agradecer.

    Decisões e a vida

  • Categorias: Pessoal, Textos
  • 17 nov

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    Quando alguém me pergunta como estou ou se tudo está bem, eu tenho vontade de responder “claro, tirando o fato que o resto da minha vida está prestes a ser decidida nas próximas semanas, estou mais confusa que nunca, tenho que decidir qual carreira seguir, a pressão de final de semestre, possivelmente desistir dos planos que tracei para os próximos anos e começar do zero, ter que sair da zona de conforto, e estar carregada da semana de provas e trabalhos a serem entregues. Além de logo ser meu aniversário e eu ficar extremamente tensa e sensível perto de datas comemorativas.”

    Mas fico com o tradicional “tudo e você?”.

    Por vezes é mais simples cortar o assunto a ter que explicar por que meu mundo está dando giros de 180° a cada 2 horas. Afinal, se eu soubesse o que está acontecendo e qual será o resultado de toda essa confusão de sentimentos, emoções e o senso de estar completamente perdida, quem sabe a resposta seria mais simples. A palavra certa para descrever seria: Overwhelmed

    Neste momento o que estou mantendo em mente para não enlouquecer é que: a) preciso manter a calma, pensar mas não entrar em pânico; b) um dia de cada vez -apesar de parecer um dia de cada década-; c) fazer o que está no meu alcance e não me atarefar demais; d) aproveitar, as coisas estão loucas e muito fora do meu controle, mas por algum motivo é nesses momentos que a vida vira marcante; e) comer saudável e tomar bastante água, porque você deve sempre fazer isso;

    Ontem comentei com minha prima como somos praticamente forçados do nada a sermos adultos, e esse negócio de decidir o que vamos fazer pro resto da vida é extremamente amedrontante. Nunca fui preparada psicologicamente para decidir exatamente aquilo que queria fazer pela vida, quem sabe por falta de opções e noções durante o ensino médio. Invejo aqueles que sempre souberam sua paixão e o meio para conseguir o que querem. Na outra mão resta a nós, meros adolescentes/jovens a tentar -repeti essa palavra tantas vezes nos últimos anos que perdi a conta-, experimentar, jogar na sorte, dar tiros no escuro e quem sabe teremos a sorte de acertar na primeira, ou… na segunda.

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